Resenha: As Vantagens de Ser Invisível – Stephen Chbosky

As Vantagens de Ser Invisível – The Perks of Being a Wallflower
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Páginas: 223

Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
vantagens de ser invisivel As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

Resenha: Em As Vantagens de Ser Invisível conhecemos Charlie, um garoto solitário e estudante do ensino médio que se vê totalmente perdido após o anúncio pelos alto falantes da escola sobre a morte de seu único melhor amigo Michael – que cometeu suicídio. A história começa aí, depois da morte de Michael e a solidão de Charlie, quando ele decide começar a escrever cartas para o amigo de uma garota que ela julga ser legal – e ele conta tudo nas cartas, somente mudando os nomes das pessoas para não ter problemas.
Inclusive, nem sei ao certo se o nome dele é Charlie – e nem sei para quem ele envia as cartas, o que me deixou esperando por um segundo livro, até ver que este foi lançado em 1999 (uau!) e talvez minhas chances sejam zero.

Além da solidão na escola, Charlie se vê sozinho também em casa – seu irmão foi para a Penn State estudar e jogar futebol americano e sua irmã está muito ocupada com o namorado – não que eles se falem muito, mas né. Porém, durante um jogo de futebol da sua escola, Charlie conhece Patrick, aluno do último ano, mas que tem uma das aulas na mesma sala de Charlie e Sam, meia-irmã de Patrick por quem Charlie tem aquele “amor à primeira vista”. Apesar dessa paixonite, ele mantem uma amizade com ambos que vai crescendo a cada dia e vai fazendo com que Charlie se enturme com pessoas que ele não tinha ideia que poderiam ser suas amigas, mas que se tornam especiais para ele.

Ao longo das cartas, vemos um Charlie aprendendo a crescer, entrando na onda do “sexo, drogas e rock n’ roll”, conhecendo outras pessoas, lidando com a sua irmã e a ausência de seu irmão, conhecemos sua família, sua história com a tia Helen, já falecida e a aproximação dele ao professor Bill, que enxerga toda a inteligência de Charlie e sempre está emprestando livros para ele ler, “participar” e escrever um trabalho sobre.

Algo que eu gostei MUITO foram as referências de livros, filmes, músicas e bandas – me peguei abrindo Youtube, IMBD e até o Skoob para saber mais de muitos deles. Amei todas as referências aos Beatles, apesar de The Smiths ser o favorito de Charlie.

Confira a crítica do filme já feita em nosso blog.

Confira a resenha na íntegra no Blog da Juh Claro

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