Porque nunca é tarde para Magic Mike

Magic Mike pode não ter feito o sucesso esperado aqui no Brasil, nem chegou a entrar em cartaz em algumas cidades, mas isso não é motivo para eu deixar de compartilhar a existência deste filme com minhas queridas amigas leitoras. Nem que seja apenas para vocês conferirem o desfile de corpos sarados exibidos sem restrições no longa, admito.

Nem todo mundo sabe, mas o novo queridinho de Hollywood, Channing Tatum, antes de começar sua carreira nos cinemas dançando em Ela Dança, Eu Danço, ele costumava dançar – com muito menos roupa e mais sedução – em casas noturnas destinadas ao público feminino, se é que você me entende.

Sem medo nem vergonha, Channing nunca escondeu seu passado como stripper. Agora ele usa suas experiências para inspirar o roteiro de Magic Mike, filme com um elenco de tirar o fôlego de qualquer uma. No grupo estão Matthew McConaughey, Alex Pettyfer, Matt Bomer e Joe Manganiello. Eles dão vida a um grupo de dançarinos comandados pelo personagem de Matthew, Dallas. Channing é Mike, o responsável por apresentar o estilo de vida do grupo a Adam, o novato, para quem se torna mentor e melhor amigo. Como não poderia deixar de ser, uma pequena tensão romântica surge entre a irmã de Adam e Mike, enquanto o grupo que parecia ser uma grande família feliz começa a revelar seus podres e as desvantagens que a vida na noite pode trazer.

Para que o filme pudesse ser levado mais a sério, o diretor contratado para comandar a bagunça foi Steven Soderbergh. Após seus trabalhos em Contágio e A Toda Prova, Soderbergh parece estar se especializando em roteiros com potencial para o banal e os transformando em histórias originais através de seus toques particulares na direção de arte e fotografia e na comunicação com os atores, com resultado perceptível na tela.

O diretor faz o que pode nessa história sem muito conteúdo e tenta ao máximo fugir do óbvio, já Channing Tatum deixa clara sua vivencia nos palcos desde a primeira apresentação do filme. Quem topa duas horas de diversão sem compromisso, é só se segurar na cadeira e não ter medo de ser feliz.

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