De feminista à mulherzinha (uma experiência pessoal)

Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias advogando pela igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses.

Ontem à noite estava pensando em postar sobre comportamento aqui no blog. Pensei… Pensei…E acabei tropeçando na minha própria vida. Como eu era, como eu sou e como serei.
Como eu era?
Uma feminista fervorosa! Levantava a bandeira da total independência feminina com o maior orgulho do planeta e ainda cantava o hino das mulheres que morreriam sozinhas, mas sempre se declarando felizes. Vai entender… Talvez algumas paixonites mal resolvidas do colegial tenham despertado o lado racional do ser feminino, já que somos praticamente compostas de 90% de sentimentalismo.

Casar?
Jamais!
Depender de um homem? Era querer a morte, na certa.
Minha mãe ainda dizia: “Você não sabe o que diz, menina. Espera até você se apaixonar de verdade…”. Por que boca de mãe tem que ser tão santa?
E então eu me apaixonei pelo meu namorado. E querem saber? Eu acho que esse é o grande problema das mulheres do século XXI. Essa busca de igualdade de direitos. Nós ainda não sabemos como nos colocar diante disso. Porque bem… Eu virei “mulherzinha”… Outros planos, outros ideias de independência e felicidade. Tudo isso é muito para uma mulher que acabou de ganhar um certo espaço respeitoso. Queremos ter uma família e ao mesmo tempo trocar o pneu do carro. E mal sabemos ainda como ser desses dois jeitos sem pesar para um lado só.

Não estou dizendo que a mulher deve voltar no tempo e deixar de lado todas as conquistas que tivemos. Nunca viva para depender financeiramente de um homem. Seja livre! Mas seja mulherzinha.
Não vamos atropelar as coisas e sair queimando exemplares de “Cinquenta tons de Cinza” só porque as feministas disseram que o livro trata-se de um “manual de tortura sexual”. Por favor, né!
Garanto que essas mulheres um dia virarão mulherzinhas, como eu, e vão voltar na livraria para comprar outro exemplar (por mais mal escrito que aquilo seja).

Independência sim, mulheres! Troca de papéis, não! NÃO!

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